sábado, 4 de outubro de 2008

Carol encontrou o amor

Carol encontrou o amor

Ela fodia tão bem, aquela filha-da-puta. Carol sempre gostou de dar uma gozadinha, andava sempre preparada. Não tinha mistério era só colocar a calcinha para o lado e receber uma vara, entrando e saindo, lhe deixando molhada. Aos vinte anos já tinha fodido com todos os rapazes de sua escola. Seu corpo parecia o de uma mulher de trinta, já com os peitos meio caídos e a bunda flácida. Não gostava de ginástica e nas aulas de educação física ficava no banheiro dos meninos, dando a bucetinha. Às vezes ela nem percebia quem a estava estocando, simplesmente ficava de quatro e os rapazes iam fazendo fila. Carol tinha um rabo gostoso e gordo. Você podia suar naquele rabo do jeito que quisesse. Que ela sempre queria mais.

Mas Augusto cometeu um erro e Carol não o perdoou. Ele estava em outra escola e nos finais de semana ia dançar e beber, na mesma festa que Carol freqüentava. Acabaram ficando amigos, se encontravam todos os finais de semana para dançar e beber. Durante a semana ela dava na escola para os outros rapazes, sua buceta era tão larga que ela nem sentia quando estavam metendo, às vezes ela esquecia o que estava fazendo e ficava fumando um cigarro e ajeitando os cadarços dos tênis. O banheiro dos meninos fedia a mijo choco e a tampa das privadas estava sempre respingada de mijo. Seu nariz já tinha se acostumado com o cheiro de suor e mijo.
Não tinha tempo para as outras colegas, estava sempre ocupada com algum trabalho em grupo com os rapazes. Depois da aula ela ia para a casa de um deles, e sempre tinham mais alguns e todos eles gostavam muito dela. Ela ficava deitada no sofá com as pernas abertas olhando os programas que passavam na televisão e os rapazes iam se revezando em cima dela. Mas Augusto realmente tinha cometido um erro, todo o final de semana levava a Carol pra dançar e conversar.

Sua fama foi crescendo na escola e os professores começaram a dar tarefas extras para ela fazer na aula depois que os rapazes iam embora. Ela sempre trepava com um professor diferente em cada dia da semana. Suas notas estavam cada vez mais altas e as outras garotas a procuravam para estudarem juntas, mas ela realmente não tinha tempo. Estava se especializado. E tinha o corpo que parecia de uma mulher de trinta, e já tinha aprendido a fumar e beber. Em seu aniversario ela fez uma festa na garagem de casa e os rapazes levaram presentes, os professores compareceram e seu pai foi buscar mais refrigerante. Augusto lhe levou flores, e nos finais de semana a levava para dançar e conversar.

Sua professora de artes lhe convidou para um chá, ela tinha uma língua áspera e Carol sentiu cócegas, mas gostou da língua da professora. Gostou de sentir sua saliva quente, e sentir suas mãos. Ela era muito popular na escola e em seu bairro, os garotos, algumas amigas novas. Todos sempre gostavam de sua companhia, era gentil e ficava sempre quieta arrumando os cadarços ou assistindo televisão.

Augusto parecia ser um sujeito legal, e sabia dançar e conversar bem. Um ano inteiro se passou entre as semanas e os fins de semana que Carol nem se lembrava mais o numero exato de amizades que tinha e sua bunda e seios cada vez mais flácidos e caídos, ela tinha vinte anos, mas o corpo de uma mulher de trinta.

Seu visinho precisava de uma secretaria e Carol conseguiu seu primeiro emprego num escritório de advocacia, em pouco tempo os clientes do advogado já não queriam mais entrar com uma causa ou apelação, se sentiam injustiçados pelo sistema e queriam processar a tudo e a todos. O advogado aumentou seu faturamento, triplicou sua renda e deu um aumento para a garota. Ela sabia como agradar os clientes. Aos finais de semana ela se divertia com Augusto, mas ele tinha um plano e num destes finais de semana ele a magoou. Os dois depois de dançarem muito saíram para a casa do rapaz, ela já estava meio alta e Augusto se aproveitou da situação e a seduziu demonstrando todos os sentimentos que vinha acumulando durante todo aquele tempo, os dois fizeram amor na cama da tia do rapaz. Quando Carol no outro dia se acordou com uma tremenda ressaca e viu que estava na cama da tia do rapaz, começou a gritar e saiu pelada pela rua, ela nunca tinha feito amor, estava acostumada a penas a ser usada. Depois daquela manhã eles nunca mais se encontraram e Carol encontrou apoio entre seus amigos para superar aquele trauma. Ela tinha vinte anos e um corpo que parecia de uma mulher de trinta, um corpo flácido.
Hoje Carol tem trinta anos e uma esperança de vinte, passa as noites pelos bares procurando em cada homem com que transa um pouquinho de amor. Ela ainda não sabe bem o que procura, mas tem muitas noites pra procurar. E sempre da pra dar uma gozadinha.

Um comentário:

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